
Relatório aponta mudança profunda no mercado da arte
O cenário atual revela uma retração significativa e mudança no perfil dos colecionadores, agora mais cautelosos.

O cenário atual revela uma retração significativa e mudança no perfil dos colecionadores, agora mais cautelosos.

Em São Paulo, um dos destaque é a exposição “Debret em questão: olhares contemporâneos” no Museu do Ipiranga.

O maior evento de arte contemporânea do hemisfério Sul ocupa o Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, em São Paulo.

A 2ª edição da mostra reúne 74 artistas e coletivos de oito países pan-amazônicos e caribenhos.

Estruturas compartilhadas são tendência no mundo para garantir condições ideais com menos emprego de recursos naturais.

Além da conferência, a cidade prepara um intenso calendário de eventos e a construção de novos equipamentos culturais.

O evento reunirá cerca de 70 projetos curados de galerias e instituições culturais, que transformam a ARCA em um ponto de convergência de artistas, críticos, curadores e colecionadores.

O estudo teve a participação de 45 profissionais e 76 galerias de todas as regiões do país, atualizando o levantamento anterior, realizado em 2018.

A Clé Reserva se aproxima de sua máxima ocupação, o que sugere ganho de maturidade no Brasil para a consciência sobre conservação.

O Museu do Ipiranga, em São Paulo, abriu no dia 27 de maio a exposição Design e cotidiano na coleção Azevedo Moura.

Para quem quer aprofundar conhecimentos sobre história da arte, há uma grande oportunidade nas agendas de cursos mantidas por museus.

A quarta edição da ART.PE – Feira de Arte Contemporânea de Pernambuco já tem data marcada: acontecerá entre os dias 8 e 12 de outubro.